Vimos um no outro nossas próprias frustações, e assim sentíamos um pelo outro desejo - mas ressentimento; libido, mas raiva, e um nó na garganta, porque um sentimento positivo não conseguia crescer separado de algum negativo, e na mesma proporção aumentavam.
E eu te amo, mas te odeio; te quero, mas jamais vou te ter; vivo, e quero morrer.
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